Olá caros leitores, é com muito prazer que escrevo minhas historias, para compartilhar com vocês.
Bem o que vou relatar agora, aconteceu comigo quando eu tinha de 14 à 18 anos, mas vejam só o que é o destino, hoje depois de anos o que vai acontecer, parece brincadeira, mas é pura verdade, vou relatar esta história, com detalhes para que vocês leitores possam entender..
Tenho uma tia que após meus pais casarem veio morar com eles, logo minha tia casou-se e mudou para uma fazenda, durante a minha infância sempre que podia, iria passar férias com ela, minha tia gosta muito de mim e eu dela, sempre me tratou como filho, o seu esposo pela mesma forma. Minha tia e meu tio tiveram dois filhos a Débora mais velha e o André mais novo, quando a Débora nasceu eu tinha 8 anos, sempre ia passar férias na fazenda e os meus priminhos me amavam, brincavam muito comigo, a Débora sempre foi muito apegada a mim. O tempo foi passando a Débora crescendo, mas confesso nunca tive o mínimo de interesse pala minha priminha, apesar de desde pequenina ser muito linda e ter um corpinho de mocinha, tinha ela como minha irmãzinha, nunca despertei interesse algum por ela, ela se trocava em minha frente, ficava só de calcinha, tomávamos banho no rio eu só de cueca ela só de calcinha, por varias vezes ela sentava em meu colo dormia varias vezes comigo na mesma cama, mas nada de interesse algum apesar de que minha priminha era muito linda e desde pequena tinha um corpinho lindo de menina moça, mas tudo isto aconteceu na minha adolescência, quando tinha entre 12 e 18 anos. Iria sempre a fazenda, pois gosto muito de andar a cavalo e nadar nos rios da fazenda, que são muitos.
COMO COMECEI MINHA VIDA SEXUAL, ATÉ CHEGAR AS MINHAS PRIMAS.
Bem caros leitores, a minha adolescência foi muito boa e normal, mas sempre me achei um garoto com atitudes sexual precoce, gostava muito de ver filmes pornôs em vídeo cassete, na época era o que existia de mais atual, lia muitas revistas pornôs e de sacanagem tudo isto escondido de meus pais, comprado por um primo mais velho que gostava muito de mim, era como um irmão mais velho.
Eu batia varias punhetas assistindo filmes e lendo as revistas de sacanagem. Até que um belo dia. Foram ai onde tudo começou descobrir o sexo de verdade, momentos inesquecíveis.
Em minha casa tinha uma empregada a Adriana, há Adriana, que saudades. Adriana era uma bela garota de 21 anos uma morena jambo, de deixar qualquer um louco, havia casado aos 16 anos, mas o sacana separou dela, para sorte dela, e minha.
Bem estava uma bela tarde no meu quarto assistindo um filme e vendo revistas, quando, Adriana me flagra batendo uma punheta, quase morre de susto, quando ela entrou rindo e me dando o maior sermão, eu não sabia o que fazer, fiquei nervoso, imagina a sema!
Foi então que ela falou, não vou contar nada para seus pais, mas posso assistir com você¿ Logo sentir um alivio, Adriana sentou-se na cama e começamos a ver o filme, dai ela falou nossa você tem um pau grande, parece com os caras do filme, e rindo ela disse, você já transou com alguma mulher ou viu alguma nua a não ser nos filmes e revistas, Edu¿
Eu meio sem jeito disse não, ela então perguntou, quer me ver nua, eu mostro para você¿ Mas você não pode falar para ninguém.
Num instante disse que sim, ela levantou da cama, tirou o vestido e ficou só de calcinha, que visão deliciosa, ainda lembro como se fosse hoje! Ela dizendo, Edu é tudo seu aproveita, pegou minha mão e colocou em seus seios, e a outra colocou bem no meio das suas pernas apertando contra aquela buceta enxada e quente, fiquei louco ela me jogou na cama tirou minha roupa e começou a chupar meu pau, que delicia fiquei louco, era minha primeira vez com uma mulher, ainda mais com uma gostosa como a Adriana, era D+++++. Ela me ensinou tudo, sobre sexo, transávamos sempre, como eu ficava só com ela em casa, pois meus pais trabalhavam e eu sou filho único, ficamos assim durante quase quatro anos, até a Adriana casar e ir embora da nossa casa e da cidade.
Quando Adriana foi embora, meus pais trouxeram do interior uma garota que parecia um anjo, meiga, doce e muito gostosa, a Paulinha tinha apenas 15 aninhos. A garota era um tesão , mas meus pais me chamaram e foi logo me deixando um aviso, Disseram meus pais: Cuidado quero você longe da Paulinha, nem pense em tocar nela, ela é menor de idade e prometi aos pais dela cuidar da garota. Acho que ela também foi muito bem avisada, pois não me dava bola, apesar de eu ser um garoto muito bonito e paquerado por muitas garotas, a Paulinha nem me dava bola. Eu andava espiando ela no banho cheirava suas calcinhas, batia punhetas sempre.
Até um belo dia estava no meu quarto, quando para a minha surpresa a Paulinha bate na porta e me pede par ensinar a fazer um trabalho do colégio, quase dou um troço, ao ver aquela coisa gostosa, vestida com de vestido curto e de um tecido bem leve. claro que concordei e logo comecei a ensinar. Ela sentou-se numa cadeira e eu ao lado dela comecei a ensinar o trabalho, fiquei atrás dela e comecei a cheirar o cabelo que estava super cheiroso, ela percebeu e ficou quieta me deixando ir cada vez mais longe, fiquei de pé atrás dela, e encostei o meu pau que estava super duro em seu braço, ela não reagiu contra muito pelo contrario, ficou quieta, comecei a encostar mais e mais, ai ela disse para parar.
Pedi a ela para deixar eu dá um beijo, mas ela negou, e quando ela vacilou peguei ela e tasquei num beijo daqueles, e ela correspondeu. Não perdi tempo e fui logo aproveitando, puxei-a para cama e fui metendo a mão por baixo do vestido, e toquei na bucetinha, fiquei acariciando e logo enfiei a mão dentro da calcinha e toquei na xaninha molhadinha, ela ficou muito excitada e gemendo, apertava meu corpo dizendo para, para, eu não posso fazer isto, tirei a roupa de Paulinha deixando ela só de calcinha comecei a tirar a minha, quando ela me viu pelado coloquei meu pau na mão dela e ela começou a bater uma punheta para mim. Tirei sua calcinha, que xaninha linda, comecei a chupar, ela disse ser virgem, eu chupava, ela gemia, e logo eu estava no meio das suas pernas penetrando, colocava bem devagar e ela gemendo até quando percebemos o meu pau já estava a metade dentro da bucetinha virgem de Paulinha, que depois de umas socadas leves e frequentes gozamos juntos muito gostoso. Deste dia em diante sempre transávamos muito gostoso, durante todas as tardes que ficávamos a sós em casa, pois meus pais trabalhavam e só chegavam a noite, estas transas minha e de Paulinha duraram por muito tempo.
AGORA COMEÇA A MINHA HISTORIA COM MINHAS PRIMINHAS.
Bem agora começa a minha historia e de Debora, e depois de anos com sua filha, a maravilhosa e deliciosa Ana Clara.
Como relatei no inicio, em quase todas as minhas férias gostava de passar na fazenda, pois amo muito a vida no campo, e as coisa que tem por lá.
Uma bela época estava passando umas férias da faculdade na fazenda e fomos passear a cavalo eu a Débora e o André, eu já com 18 anos e a Debora ficando mocinha. Débora estava vestindo uma calça jeans e uma blusinha branca fina de alça ficamos até final da tarde andando a cavalo, daí resolvemos passar no rio para tomar banho, tiramos a roupa e caímos no rio, algum tempo depois já estava frio e resolvemos sair, quando a Débora procura sua calça e não acha, pois ela havia colocado pendurada num galho de arvore, e ventava muito, acho que o vento jogou a calça no rio e já foi, ela ficou uma arara e gritou.
Edu me ajuda! Quando chego até ela, que surpresa Débora estava com a roupa toda molhada e totalmente transparente. Apesar da sua pouca idade, Débora já tinha uns peitinhos começando a nascer, a transparência da sua calcinha deixava a mostra uma bucetinha fofinha, enxadinha, até os pelinhos dava para ver, pois a calcinha era branca e de um tecido muito fino; uma bundinha empinada linda de da inveja a muitas garotas mais velhas por ai, um corpinho lindo, pense numa menina linda e perfeita, toda lindinha, carinha de anjo. Quando me deparo com aquela sena, fiquei boquiaberto, sem ação, nunca olhei minha priminha daquele jeito, logo o coração pulou, o pau subiu. Também ela estava com uma calcinha branca de um tecido fino, que com a água ficou toda transparente, sua blusinha também branca e fininha transparecia os peitinhos, quando a olhei e vi a bucetinha, enxadinha, com uns pelinhos, chegava a aparecer pela transparência da calcinha molhada, fiquei louco, e disse calma Débora, vamos dá um jeito. Aproximei-me dela, a peguei pela mão e tirei dali. Daí ela disse o que vou fazer, para ir para casa não posso ir assim, temos que passar pelo arraial, e assim não posso. Daí eu falei, você veste a minha camisa e vamos embora. Ela disse de jeito algum vou vestida assim. André só ria da situação da irmã. Daí falei calma vou até a fazenda e trago uma roupa para você.
Ela disse não, vai o André e você fica aqui comigo, pois tenho coragem de ficar com você e não com o pirralho do André. Daí eu falei, Então André pega o cavalo e vai rápido, pois já esta escurecendo. A fazenda fica a mais ou menos uns dois quilômetros do lugar onde estávamos.
André pegou o cavalo e saiu rápido dali. Aproximei-me da minha priminha e já não conseguia me conter sem olhar aquele corpinho, aquela bucetinha enxadinha que estava dividida pela calcinha molhada, e os peitinhos, que delicia meu pau já estava, dando pulos dentro da bermuda. Ela já havia notado, pois não parava de olhar, para meu pau. Fiquei junto dela, pois ela disse que estava muito frio. Abracei-a e fiquei com ela bem colada ao meu corpo.
Daí ela disse, Edu posso me abraça mais forte, pois estou com muito frio.
Nossa nesta hora meu pau deu pulos, e falei claro Binha, pode vim, fica encostada em me que eu te aqueço, ela veio e ficou bem colada em me, eu estava encostado numa pedra e ficava inclinado, bem na sua altura. Ela encostou, acho que de malicia aquela bucetinha bem em meu cacete, ficou coladinha em me, abraçada em meu pescoço. Aproveitei e abracei-a também, e fiquei acariciando seus cabelos, suas costas, chagava ate a bundinha, bem de leve para não assustar. Ela ficava se mexendo toda hora e isto me dava ainda mais tesão, chegava a sentir aquela bucetinha enxadinha colada no meu pau, eu já estava sem jeito, mas ela parecia muito à vontade. Fiquei pulsando o meu cacete bem na bucetinha dela, que se mexia procurando a melhor posição.
Ela então falou, Edu posso te perguntar uma coisa?
Falei claro que pode, Binha, fica a vontade!
Ela disse: O que você acha de mim?
Nossa você é muito especial, minha priminha que amo muito.
Ela disse: Não, quero saber se você me acha bonita, coisa assim.
Nossa você é linda, uma garota muito especial, uma joia rara.
Você namoraria comigo?
Olha nós somos primos é meio complicado, mas com certeza sim, apesar da sua idade, não tem como resistir uma garota linda assim como você.
Ela sorriu e disse: Há é por isto que você esta com o pinto duro desse jeito?
Fiquei sem jeito, mas disse a ela, claro que sim, é difícil resistir a uma garota como você, com estes trajes na minha frente, ainda mais coladinha no meu corpo.
Ela olhou para mim e sorriu, então me beija, estou louquinha para sentir você me beijando, só tem um probleminha, eu nunca beijei ninguém, você tem que me ensinar.
Nossa fique louco com aquelas palavras, meu pau deu pulos dentro da minha sunga e logo ela notou e falou.
Edu seu pinto esta mexendo em minha perereca, isto é muito bom, faz mais assim vai, fica pulsando ele ai bem em cima de minha periquita, é muito gostoso isso.
Falei para ela, já que você gosta? Eu vou ficar fazendo assim encosta mais e abre as pernas que fico encostado em você rocando meu pau na sua bucetinha. Coloquei-a de pernas abertas e fiquei rocando meu pau na bucetinha dela por cima da calcinha, não tirei o pau para fora, encostei ela na pedra e fiquei roçando meu pau nela.
Ela disse: Claro que sim, isto da uma sensação gostosa La em baixo, minhas pernas ficam tremulas, e minha periquitinha, fica piscando e todinha molhadinha, isto é normal? Nossa a cada palavra da Débora meu pau dava um pulinho, respondi sim é normal significa que você esta excitada, e com tesão.
Ela disse toda vez que fico mexendo na minha periquitinha, fica assim e isto é muito bom.
Ella me apertava mais ainda. Daí eu falei vou te ensinar a beijar, abre a boca um pouquinho e fecha os olhos. Peguei minha priminha, tasquei num beijo, primeiro de leve depois fui metendo minha língua na boquinha dela, onde ela logo aprendeu. Dava para notar nitidamente a excitação daquela garota. Daí puxei ela pelo braço e levei para baixo de uma arvore pios André poderia chegar e nos flagra. Fiquei encostado na arvore bem na altura dela, que ficou encostada em me dava para sentir sua bucetinha, fofinha bem na altura do meu pau. Continuei beijando, e logo fui passando a mão pela bundinha, por seus peitinhos, ela estava inquieta e mexia muito, roçando sua bucetinha em meu pau, que estava super duro. Ela não se conteve só fica roçando, e me pediu para eu a deixar ela ver meu pinto. Falei Débora acho melhor ficar só por aqui, você é uma menina ainda e me sinto como se estivesse me aproveitando da situação.
Ela disse: Nada disso é eu que quero ver! Me mostra vai, eu prometo nunca falar para ninguém, me deixa eu ver vai, eu nunca vi um de verdade, eu juro fica sendo nosso segredinho.
Peguei a mão dela e levei até meu pau, ela pegou com tanta vontade que parecia querer esmagar, ficou pegando, alisando, ali por cima da sunga, não se conteve e meteu a mão por dentro e puxou para fora.
Nossa Edu que lindo cheio de feias e duro, ficou alisando e apertando. Não resistir ensinei a ela como bater uma punheta, e logo ela aprendeu, meio que descompassada, mas estava muito gostoso, eu já estava louco com tudo aquilo, e pedir para ela ficar de costas para me encostada a bundinha no meu pau, e comecei a passar a mão sobre a sua bucetinha, por cima da calcinha, dividia bem as duas bandinha e com um dedo alisava entre uma bandinha e outra de baixo até em cima e vice-versa, chegava na altura do grelinho (Clitóris) ficava mexendo com o dedo em movimentos circular, ai minha priminha gemeu bem gostosinho, e pedia para eu continuar pois estava muito gostoso. Mudei de posição colocando ela encostada ao tranco da arvore que fica um pouco inclinado, coloquei ela com as pernas bem abertas e comecei a chupar seus peitinhos e ao mesmo tempo ia acariciando sua bucetinha com uma mão e com a outra ia batendo uma gostosa punheta, bem antes de eu gozar Débora estava com uma das mãos em meu pescoço colocou as duas na arvore para se sustentar, e não resistindo mais se esticou todinha se levantando-se do tranco, tremendo todinha, e gemendo muito, com uma respiração descompassada, bastante ofegante gozou pela sua primeira vez, que carinha linda daquela menina gozando ali na minha frente, nunca tinha visto nada igual, em seguida, tirei minha mão da sua bucetinha cheirei e lambi aquele liquido que estava nos meus dedos voltei a acariciar sua xaninha, e fui abaixando tirei a calcinha e comecei a chupar aquela bucetinha gostosa e molhadinha, enfiei a língua bem dentro da raxinha, e fui lambendo, mordendo os lábios com meus lábios, mordia bem leve o clitóris, ela me apertava, puxava meus cabelos, empinava a bundinha do troco da arvore, parecendo querer que eu entrasse dentro dela. E logo mais uma vez Debora gozou muito gemendo, parecendo que estava apanhado de tanto gozar, ela sentia seu primeiro orgasmo.
Me levantei, ajeitei-me encostei meu pau naquela raxinha lisa e enxadinha e fui pincelando, pincelando, de cima pra baixo e vice versa até eu não aguentar mais e gozar muito com uma punheta. Ficamos abraçados e ofegantes por alguns minutos. confesso que foi a melhor punheta que já tinha batido.
Fomos nos limpar no rio e logo depois André chegou com as roupas de Debora. Fomos para a casa, pois eu sabia que teria uma noite muito especial, já que nós podemos dormir no mesmo quarto sem que ninguém possa nos atrapalhar, pois desde pequenina que Débora dorme junto comigo no mesmo quarto quando venho para fazenda. E meus tios nunca tiverem objeção alguma sobre isto, eles sempre achavam nosso relacionamento como de irmãos.
Naquela noite e durante todos os dias que fiquei de férias na fazendo, transavamos todos os dias às vezes varias, duas, três até mais vezes no dia, dependia só de estarmos a sós. Eu continuei transando com Debora por muito tempo tirei seu cabacinho, quando ela tinha 14 anos, e até ela casar sempre que iria para fazenda os nossos dias eram perfeitos, cheios de tesão, até a Debora arruma um namorado, já com 18 anos depois de algum tempo casar, isto depois de muito tempo, toda sua adolescência foi de muito sexo e prazer entre nós.
Bem este relato já esta muito grande e para não se torna cansativo vou parar por aqui, mas volto logo com a segunda parte minha e de Ana Clara minha priminha filha de Debora.
Por Favor, votem e comentem para que possa me incentivar a escrever mais historias minhas.